Tratamentos

Todo grande sonho é construído em etapas.

Para tratar a infertilidade, a Nilo Frantz Medicina Reprodutiva dispõe de diversos métodos diagnósticos e terapêuticos, que auxiliam homens e mulheres na realização do sonho de gerar um filho.

O coito programado é considerado uma técnica de Reprodução Humana de “baixa complexidade”. Trata-se do acompanhamento de um ciclo menstrual da mulher para indicar o momento mais favorável à ocorrência da gestação. O ciclo pode transcorrer de forma natural, sem o uso de medicações indutoras da ovulação.

No entanto, frequentemente faz-se uso de fármacos capazes de estimular a ovulação. Independente do esquema proposto, são realizadas ultrassonografias e, em alguns casos, dosagens hormonais, para indicar o período mais favorável para o casal manter relações sexuais e maximizar a probabilidade de engravidar.

O congelamento de espermatozoides, óvulos e embriões é uma prática bem estabelecida e realizada na maior parte dos países com instituições dedicadas à Reprodução Humana.

A técnica de criopreservação de embriões tem apresentado significativos avanços nos últimos anos. 

Uma opção para as mulheres que pretendem postergar o ato de engravidar, é o congelamento de óvulos. Através deste procedimento, os óvulos permanecem armazenados em baixas temperaturas (-196Cº) com a idade do momento do congelamento.

PRESERVAR A FERTILIDADE NAS PACIENTES ONCOLÓGICAS

Pacientes portadoras de neoplasias (câncer), em geral, passam por tratamentos radioterápicos ou quimioterápicos que podem resultar em eventos adversos tardios, como a diminuição no número de óvulos, falência ovariana precoce, e perda da capacidade reprodutiva.

Dependendo do desenvolvimento do tumor, a remoção dos órgãos reprodutivos (como por exemplo, a ooforectomia – remoção dos ovários) é indicada, afetando parcialmente ou definitivamente as chances de reprodução futura.

A fertilização in vitro (FIV) consiste na fecundação (encontro do espermatozoide com o óvulo) em laboratório, daí a origem da denominação “in vitro“.

O tratamento é composto de várias etapas: Inicialmente, a mulher faz uso de hormônios, denominados “gonadotrofinas”. Estas medicações visam o crescimento e o amadurecimento de uma quantidade maior óvulos do que a obtida em um ciclo natural. No ciclo espontâneo, a mulher libera habitualmente somente 1 óvulo. Esta fase do tratamento dura, em média, 7 a 14 dias.

A fecundação é realizada por embriologistas em laboratório, no mesmo dia da coleta dos gametas (óvulos e espermatozoides). Nos dias subsequentes, segue-se a avaliação do desenvolvimento embrionário. De 2 a 5 dias após a fertilização, é feita a transferência do embrião (ou dos embriões) para o útero da mulher. O número de embriões colocados é variável de caso para caso. Usualmente são transferidos de 1 a 4 embriões. Nos casos em que são colocados mais de 1, verifica-se aumento na chance de engravidar, elevando-se também a possibilidade de gestação gemelar.

A técnica denominada de Maturação in Vitro de oócitos ou “IVM” (sigla inglesa para in vitro maturation) consiste na captação de óvulos imaturos e seu subsequente amadurecimento em laboratório. Os casos mais beneficiados são os de mulheres portadoras de ovários policísticos, pois não necessitam serem submetidas à estimulação ovariana para a fertilização in vitro clássica, evitando assim os riscos de uma resposta ovariana exagerada, quadro denominado de “Síndrome da Hiperestimulação Ovariana”.

O método também pode ser aplicado em mulheres que apresentam vários pequenos folículos na ultrassonografia, mas não têm a síndrome.

O Dr. Nilo Frantz é pioneiro nessa técnica e foi responsável pelo primeiro bebê nascido no Brasil por IVM.

Também denominada de “inseminação artificial”. Consiste na deposição do sêmen diretamente no interior do útero da mulher. Diferentemente da fertilização in vitro, na inseminação a fecundação óvulo pelo espermatozoide ocorre de forma natural na região trompa, ou seja, “in vivo”.

Em um ciclo natural (espontâneo) ou em um ciclo estimulado por medicamentos (indução da ovulação). Nos ciclos induzidos, procura-se estimular o ovário a liberar um número maior de óvulos (preferencialmente de 2 a 4) e, com isso, aumentar as chances de engravidar.

O preparo do sêmen é feito em laboratório. Existem várias técnicas de processamento que permitem selecionar e utilizar somente os melhores espermatozoides, retirando os menos aptos à fertilização, as células indesejadas, entre outros.

O procedimento ocorre quando uma mulher cede seu óvulo, de forma altruísta, para que ele seja fecundado e transferido para o útero de outra mulher. Essa doação pode ser feita também por pacientes que apresentem necessidade de tratamentos de Reprodução Humana.

A adoção de óvulos é indicada em casos de insuficiência ovariana precoce, problemas hereditários e genéticos que podem ser transmitidos, má formação do sistema reprodutor feminino, postergação da maternidade, entre outros.

No caso especificamente de casais homoafetivos masculinos, eles também podem receber um óvulo doado, que será fecundado com o sêmen de uma das partes e gerado no útero de outra doadora, procedimento conhecido como útero de substituição.

O útero de substituição, consiste no processo em que uma mulher gesta um bebê em seu útero para outra pessoa, utilizando um embrião fertilizado em laboratório com o óvulo e espermatozoide dos pais.

Esse procedimento é indicado para mulheres com ausência de útero, defeitos congênitos, doenças com alto risco de morte durante a gestação, casais homoafetivos, homens solteiros entre outros.

Diferentemente da barriga de aluguel, o útero de substituição é um tratamento legalizado no Brasil, pois a mulher que irá gestar, fará de forma altruísta, enquanto na barriga de aluguel, ela seria paga ou receberia algo em troca.

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