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Reprodução assistida: como saber qual o melhor método?

Atualmente, existem algumas técnicas de reprodução assistida tornando realidade o sonho de casais inférteis e/ou homoafetivos a terem filhos. Aliás, aqui no blog temos um post mais detalhado falando sobre o que é a reprodução assistida, caso queira entender mais.

Com tantas opções de tratamentos disponíveis, escolher um pode se tornar uma tarefa complexa e cansativa. É importante também lembrar que o melhor procedimento deve ser decidido em conjunto com um médico especialista, capacitado para avaliar corretamente cada caso.

Neste post, veremos alguns dos tratamentos de reprodução assistida mais conhecidos e com as melhores taxas de sucesso.

Boa leitura!

O que é reprodução assistida?

Reprodução assistida diz respeito ao conjunto de tratamentos médicos que têm como principal objetivo ajudar casais com dificuldades de conceber um filho de forma natural.

Os métodos de reprodução assistida podem ser classificados em dois grupos distintos: inseminação artificial e fertilização in vitro.

A inseminação artificial consiste na introdução do sêmen através de intervenção médica no útero feminino. Este é um tipo de procedimento muito indicado tanto nos casos de infertilidade feminina como nos casos de infertilidade masculina. Além disso, é um procedimento que não produz efeitos colaterais.

E se você quiser saber ainda mais sobre inseminação artificial, publicamos um post sobre o assunto.

Já no caso da fertilização in vitro (FIV), os óvulos são fertilizados pelo espermatozóide em ambiente laboratorial, por outras palavras, com o auxílio de técnicas de reprodução assistida. Este tipo de procedimento é mais indicado para casos de infertilidade em que tratamentos mais simples não apresentem resultados positivos.

Além disso, as técnicas de reprodução assistida são classificadas em Homóloga ou Heteróloga.

A Reprodução Assistida Homóloga ocorre quando os gametas provém de um dos indivíduos do casal, sem doador.

Já a Reprodução Assistida Heteróloga ocorre quando é necessário recorrer a gametas de um indivíduo alheio ao casal, ou seja, com doador.

Assim sendo, a escolha da técnica de reprodução assistida mais apropriada, deve ser debatida com o médico, que é a pessoa mais capacitada para oferecer um diagnóstico mais preciso.

O tratamento mais adequado depende de cada caso e, por isso, é fundamental que a avaliação seja feita por um profissional especializado e de confiança.

Principais técnicas de reprodução assistida

Como dissemos, existem alguns métodos de reprodução assistida.

A seguir, veja uma lista com os principais tratamentos disponíveis:

Coito Programado

O coito programado é um método de fertilização que consiste na utilização de medicamentos para estimular a produção de óvulos na mulher. Deste modo, é possível prever o período da ovulação, objetivando que o casal tenha relações sexuais nesse ciclo.

Criopreservação (Congelamento)

A técnica de criopreservação consiste no congelamento de óvulos, tecido ovariano, espermatozoides e embriões, na temperatura de 196 graus Celsius negativos, para que possam ser utilizados após certo tempo.

Fertilização In Vitro (FIV)

A fertilização in vitro (FIV) consiste na fertilização do óvulo com espermatozóide em ambiente laboratorial, ou seja, in vitro.

Os espermatozóides são colocados com os óvulos numa cultura especialmente preparada e mantida em condições ideais de temperatura para simular as trompas de Falópio. Se o desenvolvimento dos embriões for favorável, eles serão transferidos para o útero da mulher.

Inseminação Intra-Uterina (IIU)

A Inseminação Intra-Uterina (IIU) consiste na introdução do espermatozóide saudável dentro da cavidade uterina da mulher, no momento da ovulação.

Esse tipo de tratamento, geralmente, é indicado quando o volume, concentração ou mobilidade dos espermatozóides não são suficientes. Além disso, esta técnica pode ser usada quando o muco cervical apresenta problemas.

Maturação In Vitro de Óvulos (IVM)

A Maturação in vitro de Óvulos, ou IVM (In Vitro Maturation), consiste na captação de óvulos imaturos para serem amadurecidos em laboratório.

No laboratório, os óvulos ficam imersos em meios de cultura especiais e quando atingem o estágio de metáfase II (MII) são fertilizados e os embriões são transferidos para o útero da futura mãe.

Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGD)

O diagnóstico genético pré-implantacional é um procedimento que serve para identificar os embriões que sejam portadores de anomalias genéticas. Desta forma, é possível selecionar e transferir para o útero apenas os embriões saudáveis.

Como escolher o melhor método?

Como vimos até aqui, existem algumas técnicas de reprodução assistida e escolher o melhor método requer certo conhecimento, e, principalmente, o auxílio de um especialista.

O médico, através da análise do histórico clínico de cada um dos elementos do casal e, a partir da interpretação dos resultados de exames clínicos realizados, poderá apresentar as melhores opções de tratamentos para o seu caso.

Considerações finais

A reprodução assistida é um assunto delicado, que pode gerar muitas dúvidas, principalmente no que diz respeito à segurança e eficácia dos procedimentos.

No entanto, como vimos neste artigo, existem diversas alternativas de tratamentos para os mais diferentes casos de infertilidade.

Atualmente, a Reprodução Humana já evolui muito em termos de tecnologia, e as chances de engravidar se tornaram ainda mais altas para um casal que realizar algum tipo de tratamento de reprodução assistida.

Sendo assim, se você está com dificuldades para engravidar, não hesite em fazer uma consulta com um médico, pois ele solicitará os exames necessários e fornecerá um diagnóstico para que você possa iniciar o tratamento mais adequado.
Se você achou que o nosso post te ajudou a conhecer um pouco mais sobre a Reprodução Assistida, clique aqui e conheça as melhores técnicas da Medicina Reprodutiva no Brasil.

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